Por Marina Copola

A área de compras, assim como todas as áreas corporativas, passou por uma verdadeira metamorfose ao longo dos anos. Antes considerada um serviço de “suporte” nas empresas, exercia um papel meramente operacional, em geral sob a gestão de setores administrativos. Os profissionais recebiam uma lista de itens a serem adquiridos, faziam cotações, negociavam descontos e batalhavam por compras que coubessem dentro do orçamento disponível. Mas, hoje em dia, a maneira como compras é enxergada mudou em virtude da realidade econômica e, claro, das tecnologias disponíveis no mercado.


Incorporados em áreas mais abrangentes chamadas de suppy chain (cadeias de suprimentos), agora os compradores continuam como responsáveis por negociações comerciais, porém com o desafio constante de analisar o mercado em que o modelo de negócio da empresa está inserido, intensificando o nível de informações e dados. Precisam avaliar todas as possibilidades de fornecedores disponíveis e tomar decisões estratégicas com base em demandas reais, redução de custo, fluxo de caixa, prazo de entrega e logística.


Para acompanhar esse momento em que a área de compras deixa de exercer papel de coadjuvante dentro das corporações, torna-se essencial que os profissionais inseridos nesse desafio assimilem a necessidade real de mudança de mindset. Não se trata de fazer apenas especializações acadêmicas, é necessário ir atrás de novos conhecimentos.


O papel do comprador da nova economia, além de aptidões para as melhores negociações comerciais, engloba ter habilidades em finanças, aspectos tributários e contratuais, análise de riscos, prevenção de fraudes e cumprimento de normas de compliance. É essencial também que tenha uma atuação multidisciplinar e acrescente práticas inovadoras à gestão dos processos, agregando valor e estratégia ao resultado final de seu trabalho.


E quando se fala de inovação dentro da cadeia de suprimentos, significa que compradores devem considerar soluções tecnológicas e plataformas online como aliadas à geração de resultados. São reais facilitadoras de relações entre eles e fornecedores e estão aí para simplificar o dia a dia das demandas de compras, principalmente as de commodities.


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Por Tainan Lamas

Quem nunca teve algum receio de, num futuro próximo, ter seu trabalho realizado por uma máquina ou ferramenta automatizada por meio de inteligência artificial? É natural que alguns profissionais tenham esse pensamento, independente da área de atuação. Porém, o “x” da questão é que não se trata de um processo de substituição e sim do fato de que vivemos um momento em que se torna necessária uma mudança de mindset, já que os impactos de tecnologias como a Inteligência Artificial são reais e positivos.


Na área de compras e vendas, por exemplo, as soluções online estão cada dia mais presentes nas empresas. É a tecnologia a favor da produtividade e rumo às melhores negociações, proporcionando novas experiências tanto para compradores como fornecedores. Isso significa que um comprador experiente não perderá seu emprego, muito pelo contrário, passará a exercer a função de analista de mercado, aliando uma visão sistêmica à estratégia comercial da organização.


Com isso, plataformas como a MAI, desenvolvida pela Membran-i para potencializar o resultado de negociações comerciais, ganham cada dia mais notoriedade nas cadeias de supply chain. A solução abre um mundo de possibilidades e oportunidades para potencializar os resultados das empresas, pois dinamiza e flexibiliza o atendimento de demandas comerciais, com transparência e confiabilidade.


Nesta mudança de mindset, é importante que os profissionais envolvidos em supply chain percebam que soluções baseadas em inteligência artificial também são capazes de agregar valor ao processo como um todo. A administração da logística, o cumprimento de prazos de entrega, o controle de estoque, a garantia de qualidade de produtos, tudo pode ter sua gestão facilitada quando a tecnologia é utilizada em prol dos resultados. Para isso, basta que todas as informações estejam reunidas em uma única plataforma, sob o olhar integrado de compradores e fornecedores.


Dessa maneira, a Inteligência Artificial é uma excelente alternativa para que profissionais possam se livrar de etapas repetitivas de seus trabalhos, acompanhar a demanda do mercado em tempo real e tornar negociações mais rentáveis e sustentáveis para os negócios. Isso ocorre porque plataformas como a MAI atuam como Machine Learning, ou seja, quanto mais demandas suportam, mais conhecimento disponibilizam sobre a necessidade real do mercado, o que viabiliza um aumento de negociações e lucratividade.


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Atualizado: 11 de Jul de 2019

Por Marina Copola




Já faz muito tempo que o termo sustentabilidade ultrapassou os limites das questões ambientais e passou a ser conhecido em outras esferas. No mundo dos negócios, nos últimos anos, fala-se inclusive em sustentabilidade 3.0. O conceito representa um conjunto de ações éticas e sociais que uma empresa adota para garantir seu crescimento econômico, ou seja, sua sobrevivência competitiva no mercado.


Dessa forma, a sustentabilidade corporativa está diretamente atrelada à sua capacidade de atuar com previsibilidade, antecipando-se às situações por meio da análise de todos os dados disponíveis em seu ecossistema. Todas as áreas de uma organização deveriam gerir seus processos dessa maneira para minimizar riscos e inesperadas mudanças de planos, mas há uma área que é praticamente o coração das empresas e deveria prever ainda mais seus riscos. É a área de compras e vendas de produtos, que ainda envolve muitas relações interpessoais nas empresas, o que dá ainda mais margem a imprevistos.


Como todas as negociações de compra e venda envolvem a relação direta entre pessoas, esta área é menos passível de controles rigorosos e, por sua vez, sempre tende a colocar inclusive em dúvidas questões de compliance. Para resolver esse impasse e ainda aumentar a produtividade das negociações, a solução é recorrer à tecnologia de inteligência artificial.


A plataforma MAI, desenvolvida pela Membran-i, otimiza os resultados de negociações entre áreas de compras e venda, a partir da Inteligência Artificial Proprietária AIN². São diversas metodologias que combinadas proporcionam os melhores resultados para as negociações comerciais em rede com foco em dinamizar e flexibilizar todas as negociações. A solução traz anonimato ao atendimento de demandas comerciais e permite conduzir os processos de maneira transparente e intuitiva.


À medida que mais soluções online como a MAI forem usadas por uma empresa, mais ela passa a agir com previsibilidade, ganhando assim melhores preços e condições comerciais. É uma forma prática de potencializar a reversibilidade de possíveis problemas nos negócios, alcançar o equilíbrio e administrar negociações do dia a dia para que se tornem automatizadas e controláveis.


A inteligência artificial é uma tecnologia que veio para contribuir positivamente para a sustentabilidade das empresas. Quem opera suas negociações comerciais pela MAI dificilmente retornará ao off-line, é praticamente um caminho sem volta. Vale a experiência!


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