Atualizado: Jun 25

Por Florent Desidério


A área de compras está enfrentando desafios complexos nesse momento de muitas mudanças. O novo cenário do setor exige dinamismo e a adoção de tecnologias que agregam valor e reduzem riscos, facilitando as tomadas de decisão e aumentando a excelência dos negócios.


Impulsionar a otimização de custos é um papel importante para os líderes de compras que, com base no Custo Total de Propriedade (TCO), buscam melhorias de alto impacto e uma área de compras mais inteligente.


A pesquisa Gartner's Supply Chain Cost Optimization mostra que 72% dos líderes da área planejam agregar valor à sua organização otimizando o TCO, não apenas o preço de compra. Quando uma empresa compra um bem ou serviço, ela não paga somente o preço daquilo. Ela gasta recursos em processos de homologação, negociação, recebimento e pagamento.


Com a implementação do TCO é possível entender, controlar e otimizar o maior número possível de custos da organização compradora e negociar o conjunto de gastos como um todo. Ao adotar essa abordagem estratégica, a empresa não visa apenas a redução de custos, mas também deseja agregar valor a esse custo, diminuir gastos operacionais e aumentar a produtividade.


Para isso o setor de compras precisa ter maior autonomia, entender as reais necessidades da empresa e se manter flexível diante das mudanças da cadeia de suprimentos, criando estratégias sempre com foco no TCO.


Ao criar a MAI - plataforma SaaS de negociação em rede b2b assistida por inteligência artificial proprietária, nós da Membran-i nos preocupamos com o TCO. Por isso, além de possibilitar uma negociação automatizada com diversos fornecedores para garantir as melhores oportunidades do mercado, a implantação é fácil, rápida e sem custo.


Automatize o processo de compras e aumente já a sua lucratividade.

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MAI, unificando e simplificando as negociações b2b_


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Por Rosane Marques


Diante de uma crise global como a do novo coronavírus, se reinventar é necessário. A sociedade foi desafiada a criar novos jeitos de fazer suas atividades e redefinir valores em um espaço de tempo muito curto.


É hora de pensar no coletivo. Exercer a solidariedade e o respeito ao próximo são formas de solucionar um problema tão complexo como esse e que afeta sociedades inteiras. Ninguém vai passar por esse momento sozinho, vidas dependem das ações coletivas.


Nas relações de trabalho os impactos serão consideráveis, muitas são as novas práticas que as organizações já estão adotando para continuar ativas em um momento tão incerto e competitivo. O senso de coletividade está fortalecendo marcas e empresas que estão se unindo para trocar experiências, compartilhar ideias e encontrar soluções para os negócios durante e pós-pandemia.


Essas novas práticas serão definitivas para o cenário econômico atual que sofrerá grandes adaptações. As empresas devem fazer o seu papel para que a crise deixe lições positivas, buscando sempre um olhar menos individual e resgatando o espírito coletivo.


A busca por negociações coletivas durante a crise


A Membran-i acredita que a coletividade, o senso de colaboração e o associativismo serão peças-chave no momento pós-crise.


A nova realidade faz com que os gestores repensem soluções e novas práticas que facilitam as tomadas de decisão e tragam eficiência operacional.


Na área de compras, aderir à plataformas digitais como a MAI, que unifica e simplifica o melhor das diversas metodologias de compra do mercado, faz com que sua empresa alcance melhores resultados de forma ágil e intuitiva.


Além disso, a plataforma MAI estimula a negociação em rede entre empresas do mesmo setor ou de setores diversos, aumentando a capacidade de economia de escala e mostrando a importância do coletivo: várias empresas comprando juntas é melhor!


Use a inteligência artificial como agente negociador e decisor no processo de compras.
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Por Marcio Pereira


O isolamento social e a crise econômica decorrente da pandemia da Covid-19 impactaram diretamente os pequenos empreendedores que se viram obrigados a fechar as portas por tempo indeterminado.


De acordo com uma pesquisa feita pelo Sebrae, o varejo brasileiro é dominado pelos pequenos estabelecimentos: empresas de pequeno porte somam um total de 13 milhões, que empregam 21,5 milhões de pessoas.


Nesse momento de mudanças forçadas, os estabelecimentos de pequeno e médio porte precisaram se reinventar para sobreviver e a maior aliada tem sido a tecnologia. Com isso, muitas plataformas foram lançadas para apoiar o comércio local e incentivar os consumidores a comprar da quitanda da esquina, do mercadinho ou da farmácia do bairro e as empresas de pequenos produtores.


Uma dessas iniciativas foi criada pela Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos e Serviços para o Varejo (ABIESV) e a Confederação Nacional de Jovens Empresários (CONAJE). O programa "Apoie o Pequeno" tem como principal objetivo fortalecer o pequeno varejista e consiste na criação de um e-commerce onde pequenos empresários divulgam e comercializam seus produtos e serviços gratuitamente.


Assim como essa, muitas outras iniciativas foram criadas e os pequenos empreendedores tiveram que se aventurar no mundo online e aumentar, ou até mesmo criar, sua presença digital para continuar operando neste momento de incertezas.


Prestigiar os pequenos empreendedores, além de facilitar a vida de todos, mantêm empregos e movimenta a economia.


Os novos hábitos de consumo


O coronavírus acelerou a transformação digital em muitos setores da economia e mudou drasticamente os hábitos de compra e do consumidor que tenta se adaptar ao "novo normal".


Se antes as pessoas iam ao mercado, agora compram seus produtos online. Se saíam para comer em restaurantes, agora pedem seu jantar por delivery. Os consumidores que já se aventuravam nas compras online, intensificaram ainda mais essa prática durante a pandemia.


Segundo uma pesquisa realizada pela Ebit | Nielsen, após o anúncio do primeiro caso da Covid-19 no Brasil, foi possível observar um crescimento maior do que a média em relação aos novos consumidores do e-commerce brasileiro, ou seja, aqueles que realizaram pela primeira vez uma compra online.


O momento está moldando um novo perfil de consumidor. O DIY (sigla inglesa para "do it yourself”, em português “faça você mesmo”) está ganhando espaço, já que as pessoas estão usando seu tempo em casa para fazer novas atividades, como cozinhar, pintar e costurar.


Os produtos de limpeza estão ganhando mais destaque na cesta de compras, assim como serviços de streaming de filmes/séries e plataformas de cursos EaD. O conforto com as ferramentas digitais está cada vez maior.


Os consumidores estão se transformando e ficando mais conectados, informados, exigentes e conscientes. E isso não vai mudar quando tudo passar.


Plataformas digitais auxiliando o setor de compras


Assim como os hábitos de consumo, a forma de negociar também está passando por mudanças dentro das empresas.


Com a plataforma MAI é possível inovar na forma de negociar e ainda ganhar produtividade, eficiência, compliance e economia de escala.


A MAI é uma plataforma SaaS (software as a service) de negociação em rede b2b capaz de estruturar demandas e ofertas de mercado, proporcionando negociações anônimas, em tempo real e com total segurança.


Estruture suas negociações comerciais em uma única plataforma. Solicite uma demonstração e insira esta novidade em sua área de compras.


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