Por Florent Desidério

O usuário é quem dá “vida” a todas as plataformas online. Sem ele, altos investimentos em tecnologia e marketing vão por água abaixo. Há dezenas de bons exemplos na web, quando o assunto é User Experience (UX), porém certamente um dos sistemas mais simples e eficientes do mundo é o Google.


Nesse famoso buscador, um único campo aceita texto, imagem e voz para que o usuário pesquise do seu jeito o que quiser. Um algoritmo identifica o usuário e lembra suas últimas buscas, antecipando sua navegação. Respostas aparecem em menos de um segundo, separadas e ordenadas com clareza, sem poluir a interface do usuário com dados e informações não relevantes. Isso sem falar da total adequação da identidade visual da marca com seu propósito!


Para alcançar essa UX de excelência, há alguns requisitos primordiais de interfaces que podem ser resumidos em uma única palavra: simplicidade. Para identificar se está no lugar “certo”, um usuário leva poucos segundos, não mais que um minuto. Se logo de cara, ele não valoriza o que vê e experimenta, pode ser tarde demais.


Com isso, torna-se importante que não ocorra um excesso de informações disponíveis e que sejam reveladas progressivamente, mostrando qual caminho o usuário deverá seguir para encontrar o que procura sem complicações. Há quem diga que se são oferecidas múltiplas alternativas de uma única vez, ele se desmotiva em razão do pouco tempo que disponibiliza para resolver o que precisa.


Para simplificar a experiência do usuário, um dos recursos mais usados é um design com poucos elementos e baseado na hierarquia coerente de dados. Ou seja, o tempo dos portais animados com cores agressivas, informações complexas, design repleto de quadrados que não se conectam entre si estão com os dias contatos. Hoje, no universo do layout, a máxima é o mantra “menos é mais”.


Aliás, simplicidade também vale para a maneira de se comunicar. Não adianta usar termos e palavras que não sejam familiares do usuário nem tampouco obriga-lo a ler longos textos para entender como usar uma plataforma. Tutoriais são válidos, mas não podem ser mandatórios. Insistir nessa estratégia fará que o usuário desista da navegação e se desconecte.


Ou seja, a UX, além do engajamento, precisa oferecer eficiência e praticidade sem esforço, pois em um mundo cada vez mais conectado, com cada vez mais opções, há uma necessidade crescente de assertividade e eficácia. Plataformas em geral e as SaaS – Software as a Service - devem solucionar o quanto antes o problema ou necessidade do usuário.


Outro ponto importante é o chamado “user onboarding”, o processo de aumentar a percepção de valor de um usuário. É uma série de fluxos que apresentam as possibilidades que o usuário tem no primeiro acesso ao software, garantindo sua compreensão do seu propósito. Aqui a jornada do usuário passa por diversos ferramentas como tutoriais, tooltips, campos dinâmicos, objetos interativos, cookies, entre outros elementos.


Na prática, um SaaS deve ser operado com um funil de vendas, sendo capaz de identificar usuários e seus respectivos comportamentos. Tem que ser capaz de comunicar-se para manter o engajamento, de maneira sutil, assertiva e bem dosada, usando diversas metodologias de acordo com cada momento (e-mails, push, alertas, etc).


Na Membran-i, nosso SaaS é a MAI, que tem a UX minuciosamente planejada. Claramente, não temos a pretensão de estar no nível do Google, mas este é o mindset. Buscamos, com base no usuário, estruturar as demandas e ofertas de um mercado para achar a melhor equação de compra e venda entre as partes


Para nós, é primordial pensar fora da caixa. A MAI combina diversas metodologias de compras para disponibilizar negociações eficientes, porém sempre mantendo sua simplicidade. Em poucos cliques, o usuário, seja um comprador ou um fornecedor, consegue negociar online com a facilidade que negociaria ao telefone ou em reunião presencial.


Para isso, a Membran-i se alimenta de diversos indicadores do mercado e aplica processos de melhoria contínua à MAI. A simplicidade do nosso UX reflete a complexidade por trás do nosso SaaS!


#ai #inteligenciaartificial #negociacao #supplychain #saas #procurement #industria40 #negociacaoestrategica #uxdesign #userexperience

36 visualizações0 comentário

Especial VarejoTech Conference 2019

O padrão de experiência de consumo mudou. Ao varejo não resta outra alternativa a não ser acompanhar as tendências do mercado e buscar antecipar-se às expectativas do consumidor. As empresas que miram o sucesso precisam mergulhar e nadar de braçada no chamado Varejo 4.0, em que todos os canais de vendas se relacionam de maneira integrada, mesclando estratégias de vendas on-line com off-line. Ou seja, os varejistas que não aderirem ao omnichannel, pick up in store e afins podem perder competitividade e agilidade nos resultados.


De maneira sucinta, esse é o “recado” que ficou mais evidente para nós da Membran-i, após participarmos do espaço Startup Village no evento “VarejoTech Conference 2019”, no início deste mês de agosto, em São Paulo/SP. Em meio a 24 startups expositoras, pudemos perceber o grande interesse dos cerca de 1000 participantes do evento por explorar novas tecnologias e soluções para incrementar seus negócios.


E grande aumento de interesse por soluções tecnológicas se explica pelo simples fato de que todos nós somos consumidores. Não temos mais tempo a perder seja em nossa vida pessoal como profissional. O tempo voa e é mandatório otimizá-lo. Todas as áreas dentro de um negócio precisam conseguir mais resultados em menos tempo e, no varejo, a área que precisa mais de tecnologia, sem dúvidas, é a de compra e vendas.


O relacionamento entre fornecedores e compradores precisa ser mais dinâmico e esta é justamente nossa contribuição com o mercado varejista. Com a plataforma MAI, mostramos aos participantes do evento que é possível avaliar as ofertas de produtos de centenas de fornecedores de uma única vez.


Baseada em inteligência artificial e seguindo todos os principais critérios de compliance, por meio de diagnósticos gratuitos, demonstramos os benefícios da MAI para redução de custos e facilitação de processos da área de compras do varejo. Para isso, a plataforma localiza as melhores ofertas do mercado e pondera as melhores combinações entre logística, qualidade e condições comerciais. É uma verdadeira escalabilidade das negociações B2B das áreas de compras e vendas.


Se você é da área de compras, mas não estava no VarejoTech Conference 2019, faça o diagnóstico gratuito e conheça na prática como a MAI pode reduzir na prática os custos da sua empresa.


#ai #inteligenciaartificial #negociacao #supplychain #procurement #industria40 #negociacaoestrategica #compliance #varejotech #startse

17 visualizações0 comentário

Por Winston Pucci Pegler

Nos anos 70, a Toyota consolidou-se como uma grande montadora mundial graças a um modelo de produção supereficiente, que eliminava desperdícios de tempo e de recursos por meio do aprimoramento contínuo de processos. Conhecido como Lean Manufacturing, ou produção enxuta, esse conceito também foi adotado na estratégia de vendas diretas da empresa Dell para, por exemplo, reduzir estoques, prazos e custos, sendo um recurso imprescindível para que os computadores sejam fabricados ao gosto do cliente no menor intervalo de tempo possível.


Com o passar dos anos, a metodologia de produção enxuta deixou o chão de fábrica e passou a ser vastamente empregada inclusive na alta gestão de empresas como 3M, Embraer e Volkswagen. E a ideia aplicada permanece a mesma: ganhar eficiência, aumentar o desempenho e cortar custos!


Porém, como as organizações trabalham com orçamentos reduzidos e metas cada vez mais altas, é justamente aí que surgem os grandes desafios corporativos, pois é necessário equilibrar adequadamente a tríade compliance, conformidade e transparência dentro de um cenário demandador e disruptivo.


Agir dentro dos parâmetros de compliance significa seguir uma regra, instrução interna ou diretriz com o intuito de evitar, detectar e tratar quaisquer desvios ou inconformidades que possam ocorrer ao longo do processo, mantendo sempre a integridade das operações e resultados concretos.


E é justamente para assegurar que tudo suceda dentro das regras de compliance de cada organização que o Lean Management atua, pois é um conceito de gestão que tem como foco principal desenvolver e garantir processos rápidos, enxutos e sem desperdícios.


Com isso, o equilíbrio de sucesso é sempre dar um passo para trás e mitigar as principais barreiras de cada etapa da operação, entre elas, falhas de comunicação ou gestão de pessoas, procedimentos apressados, políticas internas difíceis de seguir e ausência de prevenção de erros.


Para implantar melhorias, é importante basear-se em alguns pilares. De início deve-se direcionar energia em cada atividade realizada, visando estabelecer um conteúdo claro e sequencial, baseado em prazos pré-determinados e os resultados esperados.


A seguir, o ideal é estabelecer conexões devem ser simples e diretas, caminhos simples que envolvam poucos passos e pessoas como necessários e instaurar processos de melhoria contínua para a constante adequação de todas as ações.


Com parâmetros, sistemas e operações que respeitem estes passos de implantação, o compliance torna-se um aliado da melhoria continua, excelência operacional e engajamento de colaboradores, além de trazer mais flexibilidade e resultados para as empresas. Esta é a proposta da Membran-i: simplicidade na implantação, plug and play, redução de custos operacionais e aumento no resultado financeiro.


#ai #inteligenciaartificial #negociacao #supplychain #saas #procurement #industria40 #negociacaoestrategica #compliance #leanmanagement

11 visualizações0 comentário