Por Florent Desidério


Resiliência não é um conceito novo nos negócios, porém os eventos imprevisíveis do último ano ampliaram sua importância na cadeia de suprimentos. A pandemia mudou as prioridades de muitos líderes do setor que estão caminhando para 2021 com foco total na construção de uma empresa resiliente.


Uma pesquisa recente realizada pela Gartner mostra que apenas 21% desses líderes acreditam que sua rede é altamente resiliente hoje e que mais da metade espera alcançar essa marca dentro de dois a três anos.


A ideia de resiliência no setor de suprimentos abrange eficiência operacional, boa visibilidade, distribuição com rapidez, manufatura e agilidade para se adaptar e manter a continuidade das operações mesmo com adversidades.


Frente às necessidades e mudanças no cenário atual, uma série de estratégias precisa ser colocada em prática para construir uma cadeia disruptiva capaz de resistir e se recuperar de interrupções futuras. Ter uma visão de ponta a ponta da cadeia é o primeiro passo para otimizar o trabalho como um todo e identificar problemas de maneira mais rápida e precisa.


Diversificar a rede de fornecedores também torna a cadeia de suprimentos mais forte. "O custo de manter vários locais de fornecimento deve ser visto mais como um custo de fazer negócios, ao invés de uma ineficiência", afirma Geraint John, vice-presidente da Gartner.


Outro ponto essencial para aumentar a resiliência no setor é criar um ecossistema digital automatizando processos. Recursos tecnológicos como Inteligência Artificial e IOT já estão sendo utilizados e permitem maior capacidade de resposta, minimizam riscos, além de facilitar o acesso à informação e reduzir os requisitos de mão-de-obra.


Adotando inovações tecnológicas como a MAI na sua área de compras você aumenta a eficiência e a assertividade nas negociações, transformando custos em receitas. A MAI é uma plataforma SaaS de negociação em rede B2B que analisa vários requisitos, orientando os compradores e fornecedores em busca do melhor match na negociação.


É preciso estar preparado e transformar o setor de compras em uma área de geração de valor dentro das empresas. Novas prioridades e estratégias para a construção de uma cadeia de suprimentos cada vez mais resiliente estarão no centro das discussões nos próximos anos.


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Por Florent Desidério


Que 2020 nos mostrou a importância da tecnologia já é sabido por todos. Mais ainda para as empresas, que independentemente do tamanho, perceberam que o investimento na tecnologia, em especial a IA, é uma via sem volta e que só vem a agregar, gerar economia e aumento de produtividade.


Podemos embasar essa afirmação através dos movimentos que o mercado vem fazendo e deixando com que os estrategistas de negócios e inovação em TI estejam dispostos a mudar paradigmas. Se isso era algo fora do radar há alguns anos, a consultoria KPMG - empresa de auditoria e consultoria de negócios, destaca na pesquisa CIO Survey 2019 quais as prioridades que esses profissionais e suas empresas, precisam ter em mente no momento de investir em IA e na sua transformação tecnológica.


O desenvolvimento de novos produtos, a entrega de performance consistente, o aprimoramento das experiências do consumidor (interno e externo), a melhoria nos processos de negócios e o aumento da eficiência operacional, são os 5 pontos de destaque na lista de prioridades para o investimento em IA.


É certo que muito desses movimentos estão atrelados a outras ações que são necessárias para o engajamento e aceitação, já que a resistência é algo que ocorre em muitos desses processos de mudanças.


Tendo exemplos de sucesso como Netflix e Spotify, onde a IA surge como um exemplo perfeito do equilíbrio entre a simplicidade do UX ao cliente final e a complexidade de sua implementação para um resultado satisfatório, o mercado hoje está confortável em ter a certeza de que as novas visões de negócios, diversidade de soluções e eficiência nas implementações da IA são uma verdade.


Se o próximo passo é arriscar, perder tempo já não é mais uma permissão. Não só nos exemplos e estudos recentes, mas em números como os trazidos pela pesquisa Markets and Markets que estima até 2025 um investimento em torno de US$ 191 bilhões para o mercado da Inteligência Artificial.


Mais do que fazer máquinas aprenderem a nos ajudarem em nosso dia a dia, já é uma realidade que os investimentos em IA pelo mercado farão as organizações aprenderem que o futuro já chegou e com ele, novas oportunidades de negócios, economia e aumento da produtividade em todos os setores.


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Por Rosane Marques


O varejo do futuro tem o consumidor como protagonista. Sim, o foco continua sendo o cliente que, cada vez mais, preza pelo imediatismo e pelas melhores experiências de compra tanto no online quanto no offline. As marcas precisarão investir em um ambiente de compras personalizado e totalmente imersivo para conquistar e fidelizar os chamados shoppers.


Um estudo global elaborado pela consultoria Cognizant indica que 40% das vendas de bens de consumo serão por meios digitais até 2025 e essa transformação já caminha a passos largos. Mudanças radicais no perfil do consumidor, integração entre loja física e online, a consolidação da transformação digital e inovações tecnológicas como realidade virtual e Inteligência Artificial estão impactando o varejo significativamente.


O cliente não compra mais um produto, ele compra toda uma experiência. Entregas super rápidas, provadores digitais, apps interativos e chatbots são algumas tendências de consumo que estão conquistando a fidelidade de clientes, revolucionando o processo de compra e favorecendo marcas.


A Inteligência Artificial tem um papel muito importante nesse novo mercado varejista. Além de trazer melhorias no atendimento ao cliente com assistentes virtuais e monitorar o comportamento do consumidor a partir do seu histórico de compras, também já está sendo implementada no varejo físico. Grandes marcas estão usando robôs automatizados com IA nos armazéns e nas lojas para fazer o escaneamento de prateleiras e realocar produtos no lugar certo, por exemplo.


A adoção de ferramentas e tecnologias inovadoras continuará transformando a experiência de compra, seja ela física ou online. As marcas que se adaptarem melhor à revolução do varejo e utilizarem as diversas inovações em prol da experiência do cliente se manterão competitivas no mercado.


RetailTech


O surgimento de novas tecnologias e o avanço da transformação digital impactou todos os setores, mas as mudanças mais perceptíveis se encontram no varejo que busca se adaptar rapidamente ao consumidor moderno. As inovações nesse mercado visam beneficiar não só o universo do e-commerce, na verdade vai muito além disso. Tanto o varejo online como o físico sofreram mudanças significativas em busca de melhores experiências de consumo e transformaram a forma que se relacionam com seus clientes.


Além de revolucionar o relacionamento e estreitar laços com o consumidor, o varejo também está olhando para os bastidores. As inovações no setor estão tornando os processos mais ágeis, unificando canais para otimizar estratégias e usando dados para auxiliar na tomada de decisões. Nesse contexto, surge a Membran-i e a plataforma MAI, que aposta na tecnologia para simplificar as negociações B2B trazendo uma nova experiência para a área de compras.


Diante desse cenário de mudanças expressivas, a Membran-i junto com a OasisLab, um hub de inovação voltado para o varejo, participará do Web Summit 2020 falando sobre as RetailTechs, startups de tecnologia focadas em atender as demandas do segmento varejista.


O evento que reúne anualmente pessoas e empresas para redefinir a indústria global de tecnologia acontecerá entre os dias 2 e 4 de dezembro e será totalmente online e gratuito.


Acesse o link e faça a sua inscrição!

https://www.sympla.com.br/web-summit-2020-by-oasislab__1040962


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