Inteligência Artificial | Introdução e campos de atuação


Olá, a partir de hoje, publicaremos um série de três artigos falando sobre inteligência artificial e suas aplicações. Boa leitura!



Pela primeira vez na história da humanidade, as inteligências artificiais desenvolvidas pelos seres humanos estão próximas de superar a inteligência humana. Usufruindo de um poder computacional quase sem limite, se nutrindo de dados de massa, crescendo exponencialmente e se fortalecendo com mecanismos de autoaprendizagem, as inteligências artificiais, como Watson e AlphaGo, estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia facilitando tarefas rotineiras, tomando decisões de forma autônoma e aumentando a nossa produtividade. As AIs oferecem um universo infinito de oportunidades ao ser humano.


Acima dos clichês da ficção científica e das preocupações sociais legítimas, o uso dessa tecnologia, como em qualquer inovação humana, depende das nossas decisões. Da mesma forma que atuamos na educação de uma criança, transmitindo valores de ética e amor ao próximo, buscando transformá-la numa pessoa justa e altruísta, é nossa responsabilidade transmitir o conteúdo para a inteligência artificial.


Para podermos discutir qualquer assunto que seja, é necessário antes defini-lo. A inteligência artificial, de modo geral, é um processo criado por uma terceira entidade, capaz de aprender e ensinar. Os métodos de aprendizagem são diversos e não vamos abordá-los nesse artigo.


Para ensinar, a AI tem que ter seus outputs conectados a uma interface usual da entidade que receberá os conteúdos. Falamos aqui de entidade pois, não se trata, necessariamente, de um ser humano. Uma inteligência artificial pode, muito bem, conversar com outras máquinas, outras AIs, outros seres etc.


Desafio de uma negociação


Agora que definimos o assunto, vamos analisar como a aplicação da AI pode contribuir nas atividades humanas, em especial, nos processos de negociação.


Desde a idade da pedra, as sociedades são baseadas em trocas de mercadorias ou serviços, ou seja, no comércio. Assim como acontecia no passado, a cadeia de suprimento tem suas articulações intrinsecamente ligadas em negociações B2B. O desafio nessa área é encontrar a melhor equação que atenda os requisitos de cada negócio: fornecedor e comprador.


Entretanto, num mundo cada vez mais conectado, essa equação deixa de ter apenas duas variáveis e cada ação ou decisão tomada por uma das partes, impacta nas demais. Com a evolução tecnológica, esse fenômeno tem tal impacto nos mercados, que as empresas são obrigadas a otimizar todos os seus processos, para continuarem sendo competitivas.


A indústria 4.0 chegou!

Vamos juntos surfar esta onda?


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