Inovação é a solução para setor de saúde

Por Florent Desidério

A demanda por serviços de saúde de qualidade é crescente tanto na esfera pública como privada. Ultrapassamos a marca de 210 milhões de brasileiros e é vital desburocratizarmos nosso sistema de saúde. É essencial torná-lo mais eficiente e acessível, reduzindo custos e acrescentando soluções tecnológicas.


No auge da crise econômica, os seguros de saúde individuais e empresariais tiveram uma queda expressiva de cerca de 3 milhões de beneficiários até meados de 2018. Hoje o cenário está um pouco estabilizado, apresentando inclusive um leve aumento de 250 mil novas coberturas entre os meses de fevereiro de 2018 e 2019. Os dados são da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) que otimista espera que o setor cresça até 8,1% até o fim de 2019.


Essa retração do mercado de planos de saúde é refletida obviamente no setor de saúde pública, afinal, as pessoas precisam de atendimento especializado. Só na cidade de São Paulo são registradas atualmente em média 10% a mais de consultas ambulatoriais por mês do que no ano passado. Para que o sistema público não colapse ainda mais, é essencial buscar alternativas que otimizem a estrutura já existente.


A demanda é tão evidente que o mercado em geral está se movimentando intensamente para aprimorar os serviços de saúde oferecidos. O levantamento Distrito HealthTech Report, recém-divulgado, mapeou a existência de 386 startups healtechs no país. Elas unem saúde e tecnologia com foco em melhorar a experiência do paciente e apresentar soluções variadas ao mercado. Em geral, visam melhorar o acesso à saúde, dar precisão a diagnósticos, acelerar processos burocráticos.


Para fomentar o crescimento desse mercado, grandes players também apostam em startups como o motor principal de inovação do segmento. Um bom exemplo disso é a DASA, que possui mais de 30 laboratórios de Medicina Diagnóstica e 700 unidades de atendimento em todas as regiões do país. A empresa é parceira de startups residentes no CUBO (pool de startups criado pelo Itaú S.A.) de empreendedores franceses, suíços e brasileiros.


De acordo com Claire Bottero, especialista em inovação da DASA, o objetivo dessa iniciativa é que possam se desenvolver, encontrar clientes e fazer parcerias. Ao acelerar o processo de desenvolvimento e a escalabilidade das startups, a empresa visa contribuir para o crescimento do ecossistema de saúde no Brasil. E o mais interessante é que o foco das startups parceiras em questão não são somente na área de saúde!


A empresa entende que, além de aprimorar o serviço de diagnóstico oferecido por meio de tecnologias como a inteligência artificial, é essencial aprimorar a experiência do usuário como um todo. E, com isso, buscam inovação também em áreas como logística, gestão de pessoas e administrativas.


Foi assim que nós da Membran-i tivemos a oportunidade de conhecer de perto a DASA, já que a MAI, nossa plataforma de negociações de compra e venda online, é focada em agilizar processos e reduzir custos operacionais. Também acreditamos que, para melhorar a experiência das pessoas na área de saúde, é importante cuidar adequadamente dos processos internos das empresas.


A MAI é operada a partir da Inteligência Artificial Proprietária AIN², que combina diversas metodologias no intuito de proporcionar os melhores resultados para as negociações comerciais em rede. Com experiência para o usuário prática e simples, a plataforma utiliza algoritmos, raciocínio baseado em memória, árvores complexas de decisão, associações dinâmicas e muitas estatísticas, entre outros, para processar um complexo big data e estruturar negociações comerciais e o fechamento de contratos com segurança e assertividade.


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