Por Marcio Pereira


O isolamento social e a crise econômica decorrente da pandemia da Covid-19 impactaram diretamente os pequenos empreendedores que se viram obrigados a fechar as portas por tempo indeterminado.


De acordo com uma pesquisa feita pelo Sebrae, o varejo brasileiro é dominado pelos pequenos estabelecimentos: empresas de pequeno porte somam um total de 13 milhões, que empregam 21,5 milhões de pessoas.


Nesse momento de mudanças forçadas, os estabelecimentos de pequeno e médio porte precisaram se reinventar para sobreviver e a maior aliada tem sido a tecnologia. Com isso, muitas plataformas foram lançadas para apoiar o comércio local e incentivar os consumidores a comprar da quitanda da esquina, do mercadinho ou da farmácia do bairro e as empresas de pequenos produtores.


Uma dessas iniciativas foi criada pela Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos e Serviços para o Varejo (ABIESV) e a Confederação Nacional de Jovens Empresários (CONAJE). O programa "Apoie o Pequeno" tem como principal objetivo fortalecer o pequeno varejista e consiste na criação de um e-commerce onde pequenos empresários divulgam e comercializam seus produtos e serviços gratuitamente.


Assim como essa, muitas outras iniciativas foram criadas e os pequenos empreendedores tiveram que se aventurar no mundo online e aumentar, ou até mesmo criar, sua presença digital para continuar operando neste momento de incertezas.


Prestigiar os pequenos empreendedores, além de facilitar a vida de todos, mantêm empregos e movimenta a economia.


Os novos hábitos de consumo


O coronavírus acelerou a transformação digital em muitos setores da economia e mudou drasticamente os hábitos de compra e do consumidor que tenta se adaptar ao "novo normal".


Se antes as pessoas iam ao mercado, agora compram seus produtos online. Se saíam para comer em restaurantes, agora pedem seu jantar por delivery. Os consumidores que já se aventuravam nas compras online, intensificaram ainda mais essa prática durante a pandemia.


Segundo uma pesquisa realizada pela Ebit | Nielsen, após o anúncio do primeiro caso da Covid-19 no Brasil, foi possível observar um crescimento maior do que a média em relação aos novos consumidores do e-commerce brasileiro, ou seja, aqueles que realizaram pela primeira vez uma compra online.


O momento está moldando um novo perfil de consumidor. O DIY (sigla inglesa para "do it yourself”, em português “faça você mesmo”) está ganhando espaço, já que as pessoas estão usando seu tempo em casa para fazer novas atividades, como cozinhar, pintar e costurar.


Os produtos de limpeza estão ganhando mais destaque na cesta de compras, assim como serviços de streaming de filmes/séries e plataformas de cursos EaD. O conforto com as ferramentas digitais está cada vez maior.


Os consumidores estão se transformando e ficando mais conectados, informados, exigentes e conscientes. E isso não vai mudar quando tudo passar.


Plataformas digitais auxiliando o setor de compras


Assim como os hábitos de consumo, a forma de negociar também está passando por mudanças dentro das empresas.


Com a plataforma MAI é possível inovar na forma de negociar e ainda ganhar produtividade, eficiência, compliance e economia de escala.


A MAI é uma plataforma SaaS (software as a service) de negociação em rede b2b capaz de estruturar demandas e ofertas de mercado, proporcionando negociações anônimas, em tempo real e com total segurança.


Estruture suas negociações comerciais em uma única plataforma. Solicite uma demonstração e insira esta novidade em sua área de compras.


MAI unificando e simplificando as negociações b2b_


#Membran-i #PlataformaMAI #SaaS #InteligenciaArtificial #Outsourcing #SupplyChain

#EconomiaCompartilhada #DigitalTransformation #Covid_19 #Pandemia #PlataformaDigital


12 visualizaçõesEscreva um comentário

Por Florent Desidério


Há dois meses era impossível imaginar o que o mundo se tornaria com a crise da Covid-19. As mudanças que ocorrerão em vários setores pós-pandemia serão turbulentas e significativas.


Empresas reestruturadas, novos modelos organizacionais, hábitos de consumo modificados, novo cenário da economia global e inovações tecnológicas que facilitarão a retomada do mercado são algumas das tendências e mudanças que vão permear o mundo quando a crise passar.


O impacto da inovação e da tecnologia após a pandemia será significativo. As organizações contam com novas tecnologias que já estão sendo adotadas para garantir a continuidade dos processos de forma mais eficiente e produtiva.


A área de compras ganha destaque quando o assunto é transformação digital. Pensando em levar melhorias ao processo como um todo, as plataformas digitais auxiliam nesse momento em que as principais necessidades são atender as demandas e gerenciar de forma mais inteligente os fornecedores, para que não ocorra a quebra de cadeias complexas de abastecimento.


O papel da Supply Chain no processo de retomada da economia


Nunca foi tão importante criar uma cadeia de suprimentos resiliente e disruptiva, otimizar custos e avaliar as prioridades estratégicas do setor de compras para que ele se torne uma área de geração de valor dentro das empresas. Um sistema de compras eficaz e digital leva em consideração fatores como inovação, custo, qualidade e entrega e, com a adoção de inovações tecnológicas, atende aos objetivos gerais da cadeia de maneira mais ágil e colaborativa, favorecendo também os parceiros de negócios.


A Supply Chain se torna determinante no processo de retomada da economia, uma vez que esse sistema é responsável pelo abastecimento, transporte, armazenamento, transformação e distribuição dos produtos ao cliente final.


Um manual publicado pela Gartner, uma empresa líder em pesquisa e consultoria, destaca a importância da otimização de custos na cadeia de suprimentos e o papel crucial dos gestores da área de compras, além de apresentar ideias para reduzir gastos através de táticas, mudanças e melhorias de curto e longo prazo.


A adoção de novas tecnologias aumenta a eficiência da área de compras nesse momento de reestruturação do mercado. A inteligência artificial, por exemplo, pode ser usada como agente negociador e decisor no processo de compras. A MAI, uma plataforma SaaS (software as a service) de negociação em rede b2b, é capaz de estruturar demandas e ofertas de mercado em busca do melhor match, tudo isso de forma ágil, fácil e intuitiva.


Quer saber como? Solicite uma demonstração agora mesmo!


MAI unificando e simplificando as negociações b2b_


#Membran-i #PlataformaMAI #SaaS #InteligenciaArtificial #Outsourcing #SupplyChain #EconomiaCompartilhada #DigitalTransformation #Covid_19 #Pandemia


19 visualizaçõesEscreva um comentário

Por Marcio Pereira


É fato que a pandemia do novo coronavírus foi um acelerador da transformação digital nas empresas.


No setor de compras muitas são as tecnologias que estão revolucionando a forma de trabalhar, entre elas estão o big data, analytics, machine learning, business intelligence e cloud computing.


A era das Compras 4.0 já começou, ajudando as empresas a gerar novos insights, levando inovação para produtos e serviços, automatizando rotinas, possibilitando novos modelos de negócio e solucionando antigos problemas.


O momento é decisivo: é preciso olhar para o incrível mundo de possibilidades gerado pelas novas tecnologias e modelos de negócios que causam impactos positivos. É o caso da economia compartilhada que, segundo estimativa da PwC, deve movimentar US$ 335 bilhões mundialmente até 2025.


O modelo econômico que consiste em um estilo de vida colaborativo e no compartilhamento de recursos humanos, físicos ou intelectuais está totalmente alinhado com questões como sustentabilidade e empoderamento de comunidades, além de aproximar pessoas com interesses mútuos.


Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelou que 89% dos brasileiros que já experimentaram alguma modalidade de consumo colaborativo aprovaram o modelo. As modalidades mais utilizadas foram as caronas (41%), aluguel de casas ou apartamentos para temporadas (38%) e aluguel ou compartilhamento de roupas (33%).


Um oceano azul a ser desbravado


O amadurecimento do setor de compras dentro das organizações precisa estar alinhado com a nova cultura de economia colaborativa que se baseia na sustentabilidade econômica, ambiental e social. Pois por se basear na otimização dos bens já produzidos, esse modelo gera redução de custo para usuários e renda para fornecedores.


A transformação bate à porta e é preciso encará-la. Na área comercial, por exemplo, os softwares de inteligência artificial facilitam a tomada de decisões e automatizam o processo garantindo aquisições mais assertivas e evitando problemas de falta ou excesso de estoque. Esse é o caso da MAI, uma plataforma SaaS (software as a service) de negociação em rede B2B assistida por AI que proporciona negociações em tempo real com inúmeras opções de fornecimento garantindo sempre as melhores condições de compra.


Saiba como a MAI pode contribuir com a transformação digital da sua empresa: faça um teste agora mesmo e seja bem-vindo ao futuro na área de compras!


MAI, unificando e simplificando as negociações b2b!


#Membran-i #InteligenciaArtificial #PlataformaMAI #MAI #EconomiaCompartilhada #Covid_19 #Pandemia #SaaS

36 visualizaçõesEscreva um comentário